O dia em que a bruxa estava solta

O dia em que a bruxa estava solta

Para poder passar a quinta em Trondheim, eu tive que trabalhar dobrado na quarta. Limpei os dois shoppings, de manhã e depois á noite. Quando acabei o segundo shopping, nós partimos para Trondheim. Eram mais ou menos 21hs30min. Depois de dirigir por pouco mais de uma hora, nos deparamos com triângulos de advertência na estrada. Sinal de acidente. Três caminhões transportando salmão patinaram na estrada e tombaram no canteiro. Previsão para a liberação da pista – 4 horas! Tivemos que retornar. Na estrada entre as duas ilhas, um carro que também tinha saído da pista e batido no canteiro. Espera de 15 minutos. E mais adiante, na entrada do túnel, um aviso de que ele estava fechado! Mais 15 minutos de espera. Chegamos em casa à meia-noite.

No dia seguinte, acordamos às 5hs da manhã e lá fomos nós de novo. O noticiário do rádio anuncia que a estrada ainda não havia sido liberada! Como meu marido tinha um compromisso importante, resolvemos tentar chegar até o ponto onde a estrada estava bloqueada na esperança de que até lá ela estaria livre para o tráfico. Deu certo, poucos minutos depois disseram que estava tudo normalizado.

No final, meu marido conseguiu chegar a tempo para o compromisso e eu esperei por ele na biblioteca de Trondheim, onde emprestei um filme baseado em um livro do escritor sobre o qual vou falar na minha apresentação. Visitamos minha sogra e voltamos pra casa. Eu ainda tive aula de OSPN (organização social e política norueguesa) das 17hs às 18hs45min. Estamos muito cansados por causa do estresse todo. O que valeu a pena foi a paisagem em Trondheim e Klæbu ontem (foto). Isto  é o que eu chamo de inverno.

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