Måned: desember 2008

Já fez 1 semana que eu cheguei?

Já fez 1 semana que eu cheguei?

Pois nem parece! Estou correndo com presentes, preparando a casa e deixando tudo pronto para o Natal. Amanhã, domingo, meu marido e meus sogros chegam e eu e meu pai vamos esperá-los. Com eles aqui, acho que vou poder passear mais,  já que não terei mais que me preocupar com muitos detalhes dos preparativos. O tempo em São Paulo está decepcionante – muito calor, porém pouco sol e chove frequentemente. Mas, como sei que a turma que está chegando é super animada e topa qualquer parada (aliás, fresco mesmo é brasileiro), sei que vamos aproveitar essas férias ao máximo, faça chuva ou faça sol.

Não sei se consigo escrever antes do Natal, então:

Feliz Natal e um maravilhoso 2009! 😀

God Jul og et strålende 2009 til alle sammen! 😀

Merry Christmas and a happy new year! 😀

Cheguei!

Cheguei!

Depois de:

6 horas no trem de Trondheim a Oslo;
8,5 horas esperando/me entediando/cochilando no aeroporto de Gardermoen em Oslo (que é um aeroporto pior do que rodoviária de quinta categoria, por que não tem armário para colocar malas, não tem sala de descanso e nem yotel – pronto, falei);
1,5 horas no avião de Oslo a Amsterdam e
12 horas no avião de Amsterdam a São Paulo,

cheguei para o conforto da casa da família e do calor, muito calor de São Paulo. O tempo estava chuvoso, mas está melhorando aos poucos. O que eu já comi e matei a saudade:

Pizza de catupiry;
guaraná Antarctica;
pãozinho francês de padaria;
rosbife da Hans;
arroz e feijão (feito pelo meu avô);
pão de queijo;
mate do Rei do Mate;
suco de maracujá e
manga (madura e docinha, e não as verdolengas e sem gosto que vendem na Noruega);

O que eu já fiz:

Justifiquei minha ausência nas últimas três eleições;
Fui na 25 de março (um caos, uma loucura)

Que alívio!

Que alívio!

  • Trabalho de fonética para o dia 24 de outubro
  • Uma argumentação em inglês para o curso de proficiência para o dia 29 de outubro
  • Um artigo sobre a contribuição do cinema americano para a disseminação do inglês no mundo para dia 3 de novembro
  • Um artigo sobre o modelo dos círculos concêntricos de Kachru (?) e sua adequação no que se refere aos países falantes de inglês para dia 3 de novembro
  • Uma análise de uma música em inglês caribenho para dia 3 de novembro
  • Prova final de inglês global dia 1 de dezembro

  • Prova final de drama e poesia inglesa dia 5 de dezembro
  • Prova final de literatura, fonética e linguística dia 6 de dezembro
  • Prova final de proficiência em inglês dia 8 de dezembro

    Acabaram as provas! A de sábado foi bem extensa (escrevi 10 folhas) e a de hoje também. A parte de gramática e tradução não foi difícil, mas a redação exigiu muito tempo e organização. Agora, é esquecer universidade por 4 semanas e conferir as notas na net em janeiro.

    Conforme prometido, aqui está a foto do meu primeiro cachecol e meu primeiro gorro tricotados por mim mesma. O modelo é o felizardo que ganhou o gorro e o cachecol, senhor meu marido:

    Daqui a pouco vou fazer uma limpeza geral nos cômodos da casa que usamos aqui nos sogros e vou tentar terminar de empacotar minha mala. Amanhã o meu marido vai trabalhar só meio período e vamos passar a tarde juntos para curtir o meu penúltimo dia antes da viagem. Vou revê-lo só daqui a 10 dias, snif…

  • Prova congelada

    Prova congelada

    Hoje foi, sem sombra de dúvida, o dia mais frio desde que eu cheguei na Noruega e também em toda a minha vida. A temperatura não passou de 10 graus negativos. Tive que andar 15 minutos do ponto do ônibus até o centro de convenções onde fiz minha prova e senti que minhas pernas estavam prestes a congelar. Não dormi direito à noite e no final das 4 horas de prova estava muito cansada e perdi um pouco a concentração. Com isso, minha resposta à última questão poderia ter sido bem melhor escrita. Paciência. Estou confiante e acho que não escrevi nenhuma abobrinha.

    Amanhã, tem mais uma. E segunda, a última. Brasil 6 dias! 😀 😀 😀

    Poema para refletir antes do Natal

    Poema para refletir antes do Natal

    Rating: ★★★★★
    Category: Other

    JOURNEY OF THE MAGI
    T.S. Eliot

    «A cold coming we had of it,
    Just the worst time of the year
    For a journey, and such a long journey:
    The was deep and the weather sharp,
    The very dead of winter.»
    And the camels galled, sore-footed, refractory,
    Lying down in the melting snow.
    There were times we regretted
    The summer palaces on slopes, the terraces,
    And the silken girls bringing sherbet.
    Then the camel men cursing and grumbling
    And running away, and wanting their liquor and women,
    And the night-fires gong out, and the lack of shelters,
    And the cities hostile and the towns unfriendly
    And the villages dirty, and charging high prices.:
    A hard time we had of it.
    At the end we preferred to travel all night,
    Sleeping in snatches,
    With the voices singing in our ears, saying
    That this was all folly.

    Then at dawn we came down to a temperate valley,
    Wet, below the snow line, smelling of vegetation;
    With a running stream and a water-mill beating the darkness,
    And three trees on the low sky,
    And an old white horse galloped away in the meadow.
    Then we came to a tavern with vine-leaves over the lintel,
    Six hands at an open door dicing for pieces of silver,
    And feet kicking the empty wine-skins.
    But there was no information, and so we continued
    And arrived at evening, not a moment too soon
    Finding the place; it was (you may say) satisfactory.

    All this was a long time ago, I remember,
    And I would do it again, but set down
    This set down
    This: were we lead all that way for
    Birth or Death? There was a Birth, certainly,
    We had evidence and no doubt. I have seen birth and death,
    But had thought they were different; this Birth was
    Hard and bitter agony for us, like Death, our death.
    We returned to our places, these Kingdoms,
    But no longer at ease here, in the old dispensation,
    With an alien people clutching their gods.
    I should be glad of another death.

    Me preparando para mais dois exames…

    Me preparando para mais dois exames…

    Amanhã terei o exame que mais me amedronta, de Drama e Poesia Inglesa. Nas provas, é permitido usar dicionário inglês-inglês. Na segunda, após a prova de inglês global, guardei meu dicionário no meu armário da faculdade, por que andar com aquela murder weapon (arma assassina) como diz o nosso professor Hawthorn, é quase impossível. Como dicionário pesa! O problema é que depois descobri que minha prova amanhã não será na faculdade, e sim num centro de convenções chamado «Trondheim Spektrum», que fica no centro da cidade. Anteontem, então, tive que ir buscar o dicionário. Fui de carro sozinha e achei que sabia o caminho, mas que nada. Errei duas vezes. Acabei conseguindo chegar, entre pistas congeladas e vidros mais congelados ainda. Agora eu decorei o caminho, pelo menos.

    Amanhã eu tento passar aqui pra dizer como foi a prova. Heaven, help me!, como dizia a Madonna.

    Mudando de assunto, achar um biquíni aqui na Noruega nesta época do ano é tão difícil quanto achar Brunost, o queijo marrom no Brasil. As lojas simplesmente enchem as prateleiras de roupas de inverno e as roupas de verão somem. Obviamente, nem passa pelas cabeças dos lojistas que algumas pessoas viajam para lugares mais quentes. Depois de uma peregrinação a vááárias lojas, acabei encontrando. Gosto mais dos biquínis daqui, mais comportadinhos e decentes.  

    Brasil, falta só mais uma semaninha! 7 dias!!! 😀 😀 😀

    Livre do primeiro exame

    Livre do primeiro exame

    Estou na faculdade, brava comigo mesma por que esqueci a minha chave em casa. Marido, sogra e sogro trabalhando e casa trancada. Isto é, perdi a oportunidade de correr pro quentinho do sofá e descansar depois de um final de semana atolada em inglês global. A prova foi mais fácil do que eu esperava. Estou com ela aqui. O que caiu:

    Descrever roticidade, diferenças entre RP e GA, explicar empréstimo, cunhagem e resíduo colonial, explicar perda de domínio e escrever uma redação sobre Robinson Crusoe e a influência do inglês.

    Usei 3 horas e meia (escrevi tudo num rascunho, revisei muito, comi um lanchinho e passei a limpo). Estou com uma sensação boa, acho que fui bem nessa prova. 🙂

    Agora terei três dias para descan…estudar para mais duas provas – uma e na sexta e outra no sábado.

    Sábado de madrugada assisti a um filme de faroeste que eu amei. Eu, que sempre disse odiar westerns, adorei o «Dead Man» com Johnny Depp.

    Terminei o cachecol do marido, depois eu posto a foto. Comecei o gorro.

    Sábado fomos a uma feirinha de artesanato. Comprei salame de alce pra família no Brasil. Mais notícias sobre a recepção do salame de alce nos próximos posts do blog.

    Neva regularmente e o chão virou sabão de gelo. Brodder pra que te quero!

    Não vejo a hora de terminar essas «#¤%&&/()=?§» provas! Brasil, faltam só 10 dias!!! 😀 😀 😀

    Um email divertido que recebi da minha amiga Tatiana:

    DESABAFO DE UM BOM MARIDO
    Luís Fernando Veríssimo

    Minha esposa e eu sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras.
    Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica e uma máquina de fazer pão elétrica. Então ela disse: ‘Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar’. Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica.
    Eu me casei com a ‘Sra. Certa’. Só não sabia que o primeiro nome dela era ‘Sempre’.
    Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la.
    Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha. Ela perguntou: ‘O que tem na TV?’ E eu disse: ‘Poeira’.
    No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e descansou. Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem, nem o Mundo tiveram mais descanso.
    Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo
    outra coisa para cuidar antes, o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim. Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer.
    Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa.

    Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei. ‘- Quando você terminar de cortar a grama,’ eu disse, ‘você pode também varrer a calçada.’
    Depois disso não me lembro de mais nada…                  
    Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida.
    O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido…