Måned: november 2009

Yael Naim – The Only One

Yael Naim – The Only One

Escutei esta música num comercial daqui (comercial em norueguês é reklame, igual minha avó dizia, haha) e achei-a muito fofa. Este vídeo também e muito fofo e bem feito. Até uma discreta bandeirinha do Brasil eu achei.

I will be the one, you’ll see
I’m the only one
Yeah, I am the only one
We belong together

I will be the one to see
You’re the only one
Yeah, you’re the only one
Now until forever

You will see that we’re meant to be
Our love will grow peacefully
You should stay with me one more day
So how can you still walk away?

If you are the only one
You are the only one
I’m sure I feel the same

The one to blame
You’re the only one
Yeah, you’re the only one
Who can make me so mad

I exclaim: where is the flame?
You’re the only one
Yeah, you’re the only one
Who can hurt me so bad

We will be happy as can be
Our love you grow endlessly
you will say you are here to stay
So how can you still walk away?

If you are the only one
I am the only one
Who can make you see that
Yourself

You are a star, let me take you far
I can really feel who you are
We will share everything that’s rare
So how can you still do not care?

you know,you’re the only one
Yeah, you’re the only one
But is so unfair

I’m the only one
Yeah, I’m the only one
To see…

It’s insane, now I remain
I’m the only one
You are the only one
Who can make me so sad

Can you see how fast I ran
Yeah, I’m the number one to see
You are the only one who can play this game
I’m the only one
I’m so glad you came…

Pânico antes das provas

Pânico antes das provas

Nosso final de semana foi um festival de experiências culinárias fantásticas. No sábado meu marido preparou carne assada – carne bovina! Fazia um bom tempo desde que a gente comeu carne bovina. Isto por que um mero quilinho de carne de boi não sai por menos de 100 reais em terras norueguesas. Por sorte ele encontrou uma oferta e enchemos o freezer de carne de boi. Já temos a nossa ceia de Ano Novo garantida. No domingo fiz estrogonofe com os restos do assado e de quebra ainda inventei de fazer pudim de leite com minha última lata de leite Moça que trouxe do Brasil. Aqui na Noruega existe um pudim muito parecido, o karamellpudding, mas eu acho que o de leite brasileiro é mais gostoso. Meu marido também achou.

Entre um jantar e outro, foi uma luta terminar de escrever meus trabalhos de conclusão do curso de Línguas Estrangeiras e a Sociedade. Estes trabalhos vão valer nota, então tive que lê-los, relê-los, reescrevê-los muito. Em um dos dois trabalhos eu analisei uma tradução sueca do livro Memórias Póstumas de Brás Cubas, do brasileiríssimo Machado de Assis. Foi super interessante, apesar de eu ter ficado decepcionada com a tradução sueca. Vamos ver em janeiro que nota eu vou tirar.

Já nesta quarta-feira vou ter prova de História e Cultura da América Latina. Estou lendo muito sobre Che Guevara, Hugo Chavéz, narcotráfico, etc. Estou tentando conseguir uma folga remunerada na véspera da prova para poder estudar. Na Noruega existem vários benefícios como este, espero que a firma para a qual trabalho me dê esta folguinha.

Falando em benefícios, atualmente há um debate polêmico acontecendo por aqui em razão do altíssimo número de pessoas que tiram licença médica remunerada por anos e anos, sem retornar ao trabalho. Isto custa uma fortuna aos cofres do governo, já que quem paga a licença não são os empregadores, e sim o dinheiro do contribuinte. Por um lado eu acho excelente a gente poder telefonar pro trabalho um dia em que não estamos nos sentindo bem e simplesmente avisar que não iremos trabalhar. Sem perguntas, sem broncas, sem descontos. Mas, este tipo de sociedade do bem estar cria muitos parasitas, pessoas que usam e abusam da licença médica para ficar em casa assistindo televisão e recebendo salário. Bem, a questão é que o governo quer que os médicos reavaliem o critério que eles usam para dar licença a uma pessoa que tem alguma doença e com isso, muita gente começou a abrir o berreiro na mídia.

Bom, agora chega de blogagem, tenho que voltar pro Che (Guevara).

Pânico antes das provas

Pânico antes das provas

Nosso final de semana foi um festival de experiências culinárias fantásticas. No sábado meu marido preparou carne assada – carne bovina! Fazia um bom tempo desde que a gente comeu carne bovina. Isto por que um mero quilinho de carne de boi não sai por menos de 100 reais em terras norueguesas. Por sorte ele encontrou uma oferta e enchemos o freezer de carne de boi. Já temos a nossa ceia de Ano Novo garantida. No domingo fiz estrogonofe com os restos do assado e de quebra ainda inventei de fazer pudim de leite com minha última lata de leite Moça que trouxe do Brasil. Aqui na Noruega existe um pudim muito parecido, o karamellpudding, mas eu acho que o de leite brasileiro é mais gostoso. Meu marido também achou.

Entre um jantar e outro, foi uma luta terminar de escrever meus trabalhos de conclusão do curso de Línguas Estrangeiras e a Sociedade. Estes trabalhos vão valer nota, então tive que lê-los, relê-los, reescrevê-los muito. Em um dos dois trabalhos eu analisei uma tradução sueca do livro Memórias Póstumas de Brás Cubas, do brasileiríssimo Machado de Assis. Foi super interessante, apesar de eu ter ficado decepcionada com a tradução sueca. Vamos ver em janeiro que nota eu vou tirar.

Já nesta quarta-feira vou ter prova de História e Cultura da América Latina. Estou lendo muito sobre Che Guevara, Hugo Chavéz, narcotráfico, etc. Estou tentando conseguir uma folga remunerada na véspera da prova para poder estudar. Na Noruega existem vários benefícios como este, espero que a firma para a qual trabalho me dê esta folguinha.

Falando em benefícios, atualmente há um debate polêmico acontecendo por aqui em razão do altíssimo número de pessoas que tiram licença médica remunerada por anos e anos, sem retornar ao trabalho. Isto custa uma fortuna aos cofres do governo, já que quem paga a licença não são os empregadores, e sim o dinheiro do contribuinte. Por um lado eu acho excelente a gente poder telefonar pro trabalho um dia em que não estamos nos sentindo bem e simplesmente avisar que não iremos trabalhar. Sem perguntas, sem broncas, sem descontos. Mas, este tipo de sociedade do bem estar cria muitos parasitas, pessoas que usam e abusam da licença médica para ficar em casa assistindo televisão e recebendo salário. Bem, a questão é que o governo quer que os médicos reavaliem o critério que eles usam para dar licença a uma pessoa que tem alguma doença e com isso, muita gente começou a abrir o berreiro na mídia.

Bom, agora chega de blogagem, tenho que voltar pro Che (Guevara).

Yael Naim – The Only One

Yael Naim – The Only One

Escutei esta música num comercial daqui (comercial em norueguês é reklame, igual minha avó dizia, haha) e achei-a muito fofa. Este vídeo também e muito fofo e bem feito. Até uma discreta bandeirinha do Brasil eu achei.

I will be the one, you’ll see
I’m the only one
Yeah, I am the only one
We belong together

I will be the one to see
You’re the only one
Yeah, you’re the only one
Now until forever

You will see that we’re meant to be
Our love will grow peacefully
You should stay with me one more day
So how can you still walk away?

If you are the only one
You are the only one
I’m sure I feel the same

The one to blame
You’re the only one
Yeah, you’re the only one
Who can make me so mad

I exclaim: where is the flame?
You’re the only one
Yeah, you’re the only one
Who can hurt me so bad

We will be happy as can be
Our love you grow endlessly
you will say you are here to stay
So how can you still walk away?

If you are the only one
I am the only one
Who can make you see that
Yourself

You are a star, let me take you far
I can really feel who you are
We will share everything that’s rare
So how can you still do not care?

you know,you’re the only one
Yeah, you’re the only one
But is so unfair

I’m the only one
Yeah, I’m the only one
To see…

It’s insane, now I remain
I’m the only one
You are the only one
Who can make me so sad

Can you see how fast I ran
Yeah, I’m the number one to see
You are the only one who can play this game
I’m the only one
I’m so glad you came…

Fatos e fotos

Fatos e fotos

Terça-feira passada ouvi no rádio que haveria uma chuva de meteoros visível a olho nú no céu de Trondheim. Eu e meu marido olhamos para o céu durante quase uma hora tentando ver a tal chuva. Acabamos vendo somente duas estrelinhas cadentes e ganhamos de brinde uma dorzinha no pescoço. Fizeram tanto estardalhaço por causa de duas estrelinhas cadentes.

Sábado recebemos a visita da minha sogra e a mormor (avó materna) do meu marido. Eu fiz estes pãezinhos para servir com café:
Antes de assar:


Depois de assar:

Domingo fomos a um concerto de câmara grátis na biblioteca, que fica a 200m a pé de onde moramos. Um pianista e uma violinista tocaram uma peça de Debussy e uma de Brahms. Saímos de lá entendendo o que a frase «a música é o alimento da alma» quer dizer. Daqui a duas semanas haverá outro concerto grátis e, claro, lá estaremos. Tiramos algumas fotos do evento. Aqui o pianista e a «viradora de páginas» da partitura:


Eu e meu marido, combinando até na roupa:

Hoje, cheguei na faculdade antes das 8 hs da manhã para estudar. Durante as próximas semanas, minha paisagem vai ser esta:

Serão semanas cansativas, mas logo logo é Natal!

Fatos e fotos

Fatos e fotos

Terça-feira passada ouvi no rádio que haveria uma chuva de meteoros visível a olho nú no céu de Trondheim. Eu e meu marido olhamos para o céu durante quase uma hora tentando ver a tal chuva. Acabamos vendo somente duas estrelinhas cadentes e ganhamos de brinde uma dorzinha no pescoço. Fizeram tanto estardalhaço por causa de duas estrelinhas cadentes.

Sábado recebemos

Fatos e fotos

Fatos e fotos

Terça-feira passada ouvi no rádio que haveria uma chuva de meteoros visível a olho nú no céu de Trondheim. Eu e meu marido olhamos para o céu durante quase uma hora tentando ver a tal chuva. Acabamos vendo somente duas estrelinhas cadentes e ganhamos de brinde uma dorzinha no pescoço. Fizeram tanto estardalhaço por causa de duas estrelinhas cadentes.

Sábado recebemos a visita da minha sogra e a mormor (avó materna) do meu marido. Eu fiz estes pãezinhos para servir com café:
Antes de assar:

Depois de assar:

Domingo fomos a um concerto de câmara grátis na biblioteca, que fica a 200m a pé de onde moramos. Um pianista e uma violinista tocaram uma peça de Debussy e uma de Brahms. Saímos de lá entendendo o que a frase «a música é o alimento da alma» quer dizer. Daqui a duas semanas haverá outro concerto grátis e, claro, lá estaremos. Tiramos algumas fotos do evento. Aqui o pianista e a «viradora de páginas» da partitura

Eu e meu marido, combinando até na roupa

Hoje, cheguei na faculdade antes das 8 hs da manhã para estudar. Durante as próximas semanas, minha paisagem vai ser esta:

Serão semanas cansativas, mas logo logo é Natal!

Almost Like Being In Love – Frank Sinatra

Almost Like Being In Love – Frank Sinatra

Por que hoje estou muito feliz com as boas notícias! Passei nas três provas orais de espanhol, recebi muitos elogios das professores e fiquei sabendo que posso ser professora na Noruega mais cedo do que eu imaginava!

What a day this has been
What a rare mood I’m in
Why it’s almost like bein’ in love

There’s a smile on my face
For the whole human race
Why it’s almost like bein’ in love

All the music of life seems to be
Like a bell that is ringin’ for me

And from the way that I feel
When the bell starts to peel
I would swear I was fallin’
I could swear I was fallin’
It’s almost like bein’ in love

Almost like bein’ in love
Just like bein’ in love

All the music of life seems to be
Just like a bell that is ringin’ for me

And from the way that I feel
When the bell starts to peel
I would swear I was fallin’
I could swear I was fallin’
It’s almost like bein’ in love

Aqui está a foto, Camila!

Aqui está a foto, Camila!

Em outubro de 1995 (eu na flor dos meus 19 anos) era alucinada pelo a-ha e fui tentar conhecer o Morten Harket pessoalmente em ocasião da visita dele a São Paulo para promover o seu disco solo «Wild Seed». Aqui está a prova:

A foto é escaneada, por isso a qualidade. Minha amiga Luciana também está na foto. Eu tenho mais uma foto com ele tirada no dia anterior, mas não a achei no computador, tenho que escaneá-la. Morten foi muito simpático, conversou com a gente e deu aperto de mão para se apresentar! Dia inesquecível.

Caso Uniban

Caso Uniban

Pensei em não destinar comentários ao ‘caso Uniban’, mas não resisti. Saiu uma pequena vídeo-reportagem no jornal norueguês VG (Verdens Gang). Para quem quiser ver, clique aqui. Eles começam a reportagem mostrando a mulherada de biquini nas praias do Brasil e expressam surpresa ao noticiar que uma aluna foi expulsa da faculdade por usar vestido (na reportagem eles falam saia) curto. Uma tremenda hipocrisia e dupla moral por parte de algumas pessoas. Para não dizer que não falei da Noruega, em 2005 uma garota de 19 anos fez um strip tease no anfiteatro da escola só para ganhar as eleições para presidente dos russ do seu colégio(aquela tradição norueguesa em que os estudantes que terminam o colegial só bebem e festejam durante 15 dias). Ela não ganhou as eleições, mas não foi xingada nem expulsa da escola. Causou espanto, claro, mas a reação não passou nem perto da reação dos estudantes em São Paulo à aluna que usava vestido curto.
Não posso deixar de citar o José Simão em sua mais recente coluna:

«E as últimas da UniTaliban. A Uniban vai mudar de nome pra UNIBURKA! E tem uma placa na entrada: ‘Aviso às estudantes. Favor pegar o cinto de castidade na portaria’. Até a Sabrina Sato foi pra manifestação na porta da universidade. De minivestido rosa. Era tão mini que a calcinha era maior que o vestido! E essa matéria do ‘New York Times’: ‘Um menino pode ir de vestido à escola?’ Pode, se não for curto. Rarará!»