Das férias direto para o turbilhão

Das férias direto para o turbilhão

Hoje faz duas semanas que voltei das minhas férias de três semanas no Brasil. Três semanas podem parecer muito tempo, mas para mim foi muito pouco. Não tive tempo de fazer quase nada do que eu tinha planejado, não pude reencontrar todos os amigos, enfim, vim embora querendo ficar no mínimo mais umas 3 semanas. Mas, se Deus assim permitir ano que vem estarei lá de novo – e desta vez para ficar no mínimo 1 mês.

A viagem em geral foi bastante agradável, pois tivemos tempo de descansar na praia ao mesmo tempo em que ajudamos minha família com uma série de pequenas tarefas. Na viagem de ida, uma coisa desagradável nos aconteceu – uma de nossas malas foi furtada no aeroporto de Oslo, na Noruega! Mais uma prova de que, apesar da história de que a Noruega é o melhor país do mundo para se viver, a segurança ainda está deixando muito a desejar. Felizmente temos seguro de viagem, assim há uma grande chance de recuperar o prejuízo.

Consegui finalmente fazer a transcrição da minha certidão de casamento na Noruega em um cartório de São Paulo – agora posso tirar todos os meus documentos brasileiros no meu nome de casada. Regularizei também minha situação eleitoral e já dei entrada no pedido de renovação do meu passaporte junto à Embaixada do Brasil em Oslo. Estava com medo de não conseguir renovar o passaporte, que vence logo e não poder viajar pro Brasil da próxima vez. Estou muito feliz de estar quase terminando de resolver essas chatíssimas pendências burocráticas. Meu visto permanente já está concedido, nome de casada registrado, passaporte…

De volta à Noruega, mal tive tempo de me readaptar e descansar entre férias e trabalho/estudo. Comecei no emprego novo de professora de espanhol (e inglês também, fiquei sabendo depois), comecei a faculdade de ciências sociais e também comecei como estudante assistente do departamento de espanhol dois dias depois de desembarcar. Ou seja, não vai faltar coisa para fazer. Mas, temos o objetivo de voltar ao Brasil ano que vem e outros planos, de modo que trabalhar muito e ganhar meu próprio dinheirinho é tudo de bom. Agora posso sim gritar aos quatro ventos que “vim, vi e venci” – tenho meu tão sonhado emprego de professora de idiomas, estou acumulando pontos na faculdade e estou integrada na sociedade norueguesa por falar o idioma e ter aprendido o modo de vida deles. Os desafios vão continuar vindo, mas é isso que dá sentido à vida.

Na foto, eu, papai e Morten no segundo dia da viagem matando saudade da água de coco.

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