Måned: juni 2013

Na falta de palavras…

Na falta de palavras…

Daqui a poucos dias estarei aí…mal posso esperar. 

QUERELAS DO BRASIL (Maurício Tapajós / Aldir Blanc)

O Brazil não conhece o Brasil
O Brasil nunca foi ao Brazil
Tapir, jabuti, liana, alamandra, alialaúde
Piau, ururau, aqui, ataúde
Piá, carioca, porecramecrã
Jobim akarore Jobim-açu
Oh, oh, oh
Pererê, câmara, tororó, olererê
Piriri, ratatá, karatê, olará

O Brazil não merece o Brasil
O Brazil ta matando o Brasil
Jereba, saci, caandrades
Cunhãs, ariranha, aranha
Sertões, Guimarães, bachianas, águas
E Marionaíma, ariraribóia,
Na aura das mãos do Jobim-açu
Oh, oh, oh
Jererê, sarará, cururu, olerê
Blablablá, bafafá, sururu, olará

Do Brasil, SOS ao Brasil
Do Brasil, SOS ao Brasil
Do Brasil, SOS ao Brasil
Tinhorão, urutu, sucuri
O Jobim, sabiá, bem-te-vi
Cabuçu, Cordovil, Caxambi, olerê
Madureira, Olaria e Bangu, Olará
Cascadura, Água Santa, Acari, Olerê
Ipanema e Nova Iguaçu, Olará
Do Brasil, SOS ao Brasil
Do Brasil, SOS ao Brasil

Abre alas pra minha folia…

Abre alas pra minha folia…

Chegou a hora!

Hoje, concluí uma das etapas mais importantes da minha vida, sobretudo da minha vida de imigrante na Noruega. Entreguei meu portfólio com os meus melhores trabalhos escritos de pedagogia, didática de inglês e de espanhol, entreguei também o trabalho de pesquisa do meu grupo. Ás 12hs30min, recebi uma pergunta em um pedaço de papel:

Explique e expressão ‘problemas de comportamento’. Relacione sua explicação às suas experiências sobre como alunos que apresentam comportamento desafiador são interpretados e descritos na escola.

Fui até uma sala de aula e tive uma hora para preparar uma apresentação para responder à pergunta. Às 13hs30min entrei na sala de aula, onde fui recebida pela professora de pedagogia e uma professora extra, que era fiscal. Expliquei a expressão, relacionei problemas de comportamento à diferença entre meninos e meninas na escola, à diferença entre alunos de maiorias e minorias étnicas, e finalmente à diferença entre classes sociais.Consegui dizer tudo em 10 minutos, o tempo limite. Depois, as professoras fizeram algumas perguntas relacionadas ao tema. Saí da sala com a sensação de que não tinha respondido bem às perguntas.

A agonia durou até às 18hs30min, quando saíram as notas. Tirei A, a nota máxima. Meu objetivo era tirar B, ou C. Missão cumprida. Provei que tenho bons conhecimentos sobre teoria de pedagogia, consigo aplicar as teorias à prática como professora. Me resta esperar as outras notas (dos trabalhos escritos), que saem daqui a três semanas.

Chega de ficar afundada em livros horas a fio, chega de ter que ficar em casa em dias ensolarados. Tenho só mais uma semana de trabalho e então terei merecidas férias, desta vez bem prolongadas!!!

Já está chegando a hora…

Já está chegando a hora…

Sábado de chuva, eu iria à reunião de família dos parentes do marido (na Noruega é comum todos os irmãos, tios, primos, etc. se reunirem de tempos em tempos), mas, estou muito estressada com o exame oral final de pedagogia que vou ter na quinta-feira. Daqui a somente cinco dias! Não consigo pensar em outra coisa além de livros, estudar, me preparar para esse exame. Resolvi ficar em casa estudando e o marido foi sozinho (eu fiz arroz brasileiro e assei uma foccacia para ele levar). Tirei até licença remunerada do trabalho para poder estudar o dia inteiro na terça e na quarta. Na quinta vou poder finalmente retirar esse peso das minhas costas.

Abre alas pra minha folia, já está chegando a hora…
Abre alas pra minha bandeira, já está chegando a hora…